O que fazer em Ubud – o coração da ilha de Bali (Parte II)

 

Continuando com nossas descobertas em Ubud, coração da ilha de Bali…

 

Visitar o templo Pura Tirta Empul

Este templo é interessante porque possui uma fonte considerada sagrada pelos balineses. É comum ver várias pessoas se banhando e se ‘purificando’. O processo de purificação consiste em colocar a cabeça sob as diversas fontes, sendo que cada uma delas possui uma função específica. O custo para se entrar no templo é de 15.000 rúpias indonésias (aproximadamente 4 reais).

Visitar a Semar Kuning I – uma Cooperativa de Artistas pintores

Fundada em 1995, a Semar Kuning é uma cooperativa de pintores. O lugar é bem bonito, com amplos salões (galerias) expondo diversas pinturas. O bacana é poder ver um artista pintando e, de repente, comprar um quadro. Os preços variam bastante e, sim, você terá que negociar. Em Bali, tudo é negociado, até a arte. Se você comprar alguma pintura, o trabalho do artesão (pintor) na embalagem do quadro é um show à parte. Exceto dentro das galerias, as fotos estão liberadas. Não há custo algum em visitar a galeria.

Conhecer Tegalalang (terraço de arroz)

Tegalalang é um dos mais bonitos e o mais visitado terraço de arroz de Bali. Sua localização é bem próxima de Ubud, aproximadamente uns 25 minutos de carro. Trata-se de um cenário de beleza ímpar, com as plantações de arroz dispostas em terraços, criando um emaranhado de camadas ao longo do vale. Fomos no fim da tarde, e este nos pareceu ser o melhor momento para fotografar os terraços de arroz, conforme a foto abaixo. O preço da entrada é 15.000 rúpias indonésias (aproximadamente 4 reais).

Experimentar o café Kopi Luwak em Bali Pulina

Em Bali existe aquele que é considerado o melhor e mais caro café do mundo. Estou falando do Kopi Luwak, um café em que os grãos são ingeridos pela Civeta (um animal da região) e que, após excretados, dão origem a um café com sabor menos ácido e amargo. De fato, o café é bem “gostosinho” e a experiência na fazenda “Bali Pulina” é um passeio completo. Pelo tour, é possível ver a Civeta (parecida com um esquilo) e conhecer processo de moagem e torrefação. Ao final do percurso, há um restaurante, onde é servido um menu de degustação com vários cafés e chás (gratuíto), sendo que você só pagará o Kopi Luwak (1 xícara custará 25 reais). A experiência é incrível.

 

Um mineiro que gosta de histórias, e acha que escrever e ler é o melhor passatempo.

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