Viagem a Orlando: comece por aqui! (PARTE 2)

Este é o segundo de uma série de três posts com algumas informações básicas do que se considerar no planejamento de uma viagem para Orlando.

Na primeira parte, falei um pouco sobre o funcionamento dos ingressos para os parques e da comida na terra do Mickey. Neste post, os tópicos são opções de hospedagem, transporte na cidade e aluguel de carro em Orlando.

Caso ainda não tenha lido a parte 1, você pode ler clicando aqui.

Dito isto, vamos ao que interessa!

 

3.HOSPEDAGEM

All Star Disney’s Music Resort, um dos hotéis econômicos do complexo Disney

All Star Disney’s Music Resort, um dos hotéis econômicos do complexo Disney

A hospedagem, em um primeiro momento, divide-se em duas opções básicas: hotéis do complexo Disney ou hotéis comuns. Há vantagens em cada um dos lados.

Os hotéis da Disney possuem ônibus gratuitos para os parques e de volta para o hotel, com boa regularidade. Ainda, ser hóspede de um hotel Disney te dá direito a traslado gratuito de e para o aeroporto de Orlando. Outra coisa é que as compras feitas nos parques da Disney podem ser entregues no seu quarto, caso você não queira ficar carregando as sacolas durante o dia no parque.

Vantagem de se hospedar na Disney também é ter sua Magic Band, a pulseira que serve como ingresso, na faixa, da qual eu falo melhor na próximo post. Ainda, caso esteja com carro alugado, o estacionamento nos parques da Disney é gratuito para hóspedes Disney. Caso contrário, você vai pagar 20 dólares por dia para estacionar nos parques.

O lado ruim dos hotéis Disney é que eles são mais caros do que hotéis fora do complexo. Ainda, nos resorts Disney mais básicos o café da manhã não está incluído, um ponto a se considerar.

Em hotéis fora do complexo Disney, por outro lado, você pode pagar menos pela diária, ter ótimas acomodações e estar a uma distância curta dos parques. Entretanto, neste caso, o carro será indispensável para se locomover e pagar estacionamento nos parques Disney também será inevitável. Estando em turma, alugar uma casa pode ser uma ótima opção com excelente custo benefício, ainda mais dependendo do número de dias de duração da viagem.

 

4.TRANSPORTE E ALUGUEL DE CARRO

Uma impressão forte que eu tive em Orlando é que a cidade é feita e pensada para carros. Assim, será difícil dispensar o aluguel de carro, embora não impossível: no fim do post eu coloco um link para um post do Blog Matraqueando, no qual a Silvia Oliveira mostra como é encarar Orlando sem carro.

Primeiramente, comecemos pelos parques da Disney.

Há transporte gratuito entre os parques da Disney e dos parques para o Disney Springs, centro de entretenimento com lojas, restaurantes e vibe hiper legal. Se você for hóspede Disney, também há transporte dos parques para os hotéis do complexo. Ainda, os hóspedes com carro não pagam estacionamento nos parques Disney. Caso contrário, o custo de estacionamento é de 20 dólares.

Transporte Disney

Se você estiver hospedado no complexo Disney, é possível dispensar o carro por alguns dias, já que você terá o transporte gratuito da Disney. Ainda assim, ir para os parques da Universal e fazer compras num Walmart, por exemplo, são tarefas mais agradáveis se feitas de carro, já que o táxi pode sair carinho, pelas distâncias razoáveis, lembrando que há gorjeta.

Dessa forma, você pode ir com o carro já alugado aqui do Brasil. Aluguei pelo site da http://www.rentcars.com.br/ e deu tudo certinho. Peguei um seguro básico pelo site e dei um up no seguro lá no balcão, já que viver muuuuito perigosamente não é minha praia. Mais sobre os tipos de seguros você pode ver no post do Vai Pra Disney (link no final do post). Nossa CNH comum, acompanhada do passaporte, é aceita tranquilamente lá, não há necessidade de tirar a habilitação internacional. Peguei GPS lá também, a um custo de 12 dólares dia. Fiquei três dias com carro.

O padrão dos carros lá é o câmbio automático. Até esta viagem só tinha dirigido com câmbio manual e, se este for o seu caso, não se preocupe, porque é muito mais simples. Basta pisar no freio e puxar a alavanca para destravar o câmbio.

Carro alugado em Orlando

Companheiro de viagem alugado 🙂

Uma diferença é que nos postos é você quem abastece o carro. Para isso, você vai na loja de conveniência, pede pro cara pôr, por exemplo, 20 dólares na bomba 10. Daí você vai lá na bomba dez e abastece o seu carro. Quando o tanque estiver cheio, você volta na conveniência e pede o troco pro cara.

Dito isso, Orlando é uma beleza de se dirigir. Bem sinalizada, vias largas e várias faixas. Nos estacionamentos, as vagas são grandes, o que é muito bem-vindo para mim que não sou lá muito bom para estacionar. Sério, tem vaga que cabe um caminhão. \o/

Como fiquei só em Orlando, não peguei pedágios, então não posso dizer muito sobre este tópico. De particularidades do trânsito lá que eu pude vivenciar, quando você está em uma faixa de conversão, mesmo que o sinal esteja vermelho, você pode entrar se não estiverem vindo carros. Ainda, as conversões, via de regra, são permitidas sempre que houver possibilidade. Quando não houver, isso estará explícito.

Se você não quiser de jeito nenhum pegar carro lá, você pode se servir de transfers e táxis para parques, aeroporto e tudo o mais que você precisar. A Mears é uma empresa bem presente neste quesito lá. Hotéis também costumam fornecer transfers, uns gratuitos, outros pagos. Considere esses quesitos na hora de reservar seu hotel. 😉
É isso aí! No próximo post falarei um pouco sobre internet, aplicativos, compras e outras coisas mais!

Até lá! 🙂

 

Links úteis:

Como é dirigir em Orlando, pelo Vai Pra Disney: http://www.vaipradisney.com/blog/como-dirigir-em-orlando-eua/

Post completo sobre aluguel de carro em Orlando, pelo Vai Pra Disney: http://www.vaipradisney.com/blog/aluguel-carro-orlando/

Orlando sem carro – experiência da Silvia Oliveira, do blog Matraqueando: http://www.matraqueando.com.br/orlando-sem-carro-como-ir-do-aeroporto-ao-centro-e-como-circular-usando-o-transporte-publico-o-i-ride-trolley

 

Sou servidor público, paulistano e fã de Beatles. Viajar me dá motivos para escrever e escrever me dá desculpas para viajar. Tenho um calendário em casa e um na mesa do trabalho, no qual planejo feriados, férias e viagens.

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